Uma pesquisa de doutoramento vem aplicando um novo produto, de origem vegetal, no curtimento do couro que promete amenizar o processo, até agora, feito à base de cromo, um metal que obra preço alto pela sua atualização.

A nova técnica de curtimento do couro consiste na utilização do tanino misto (vegetal e sintético), na direção de um tipo de produção sustentável, tendo em vista que o produto é extraído de uma planta.

“Não houve diferença significativa entre eles. Os ensaios físico-mecânicos e as análises estatísticas mostraram que o produto curtido a tanino é tão resistente ou mais que o curtido a cromo”, considera Manuel Antonio Chagas Jacinto, o pesquisador que pertence aos quadros da Embrapa.

Já existe problema com a aceitação do couro curtido com metal da parte de carros de luxo, que, atendendo a um mercado mais exigente com relação à produção sustentável, vem exigindo a não presença do couro resultante dessa técnica nos automóveis.

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