O agronegócio brasileiro é responsável por grande parte da economia do país, representando cerca de 21% do Produto Interno Bruto (PIB) e por metade das exportações durante o ano de 2017. É também um campo repleto de oportunidades de investimentos, desenvolvimento e geração de empregos.

Atualmente, o agronegócio é capaz de produzir diversos tipos de matérias-primas e sustenta outros setores da econômica brasileira, oferecendo subsídios para confecção de roupas, produção de papel, móveis, biocombustíveis, medicamentos e materiais de higiene pessoal. Sem isso, outros pilares que sustentam a economia do país entrariam em colapso e desmoronariam, causando grande impacto negativo para o crescimento nacional.

Importante destacar, também, que o agronegócio é responsável por metade das exportações brasileiras. Em 2017, entre os produtos mais vendidos aos países estrangeiros estão a soja (U$ 4,72 bilhões,) açúcar, (US$ 824,22 milhões), celulose (US$ 527,72 milhões) e carnes (US$ 1,22 bilhão), contribuindo para o saldo positivo da balança comercial brasileira.

A produção agroindustrial é e continua sendo uma válvula de escape fundamental contra a crise econômica que atingiu o Brasil nos últimos anos. Em 2015, o setor empregava 19 milhões de pessoas. No ano seguinte, houve aumento em cerca de 75 mil novos empregos, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA).

Durante o ano de 2017, um dos mais difíceis para a economia, o Brasil registrou saldo positivo sob a geração de empregos. Segundo o Ministério do Trabalho, 34.253 pessoas foram contratadas, em maio, para o setor agroindustrial, superando o mês anterior em números de contratações, somando um total de 48.543 novos postos.

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